O UNIFEM incorpora a perspectiva de igualdade de gênero e direitos humanos ao seu trabalho relativo à mulher e à HIV/AIDS. Toma a iniciativa de propor estratégias integrais que estabelecem vínculos claros entre a violência contra a mulher, a feminização da pobreza, os problemas de segurança e a limitada participação que têm as mulheres na tomada de decisões que afetam suas vidas.
Atualmente metade das pessoas HIV positivas no mundo são mulheres.
As mulheres, a nível mundial, têm menos conhecimentos que os homens sobre como prevenir a contaminação, e o que sabem, geralmente não as protegem diante da violência e da discriminação.
UNIFEM atua a partir da premissa de que o HIV/AIDS é uma questão de saúde e de desenvolvimento, mas que também está intimamente vinculado à desigualdade de gênero.
No Brasil e em Honduras, UNIFEM apoiou os defensores de assuntos de gênero a avaliar a legislação sobre o HIV/AIDS como um primeiro passo para melhorar as políticas nacionais. Uma organização e mulheres Afro-brasileiras começou a vigiar o acesso aos serviços de HIV/AIDS em Porto Alegre. Dois dos maiores grupos de mulheres em Honduras estão supervisionando os avanços nacionais a respeito dos compromissos internacionais sobre o HIV/AIDS, e destacando as conexões entre o HIV/AIDS e a violência.