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NOTÍCIAS DO UNIFEM BRASIL E CONE SUL
Ano I – Nº. 17 – 25 de setembro de 2009 25
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63ª Assembleia Geral da ONU aprova criação de agência para as mulheres
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Um avanço para os direitos das mulheres. Essa é a interpretação do UNIFEM (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher) diante da decisão da 63ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), anunciada em 14 de setembro, de criar uma Agência para as Mulheres.
Com mais status dentro da própria ONU, a nova agência deverá unificar e consolidar o trabalho desenvolvido pelas quatro estruturas que já atuam na promoção da equidade de gênero e empoderamento das mulheres: UNIFEM, Assessoria Especial do Secretário Geral para Assuntos de Gênero (OSAGI), Divisão das Nações Unidas para o Avanço das Mulheres (DAW) e Instituto Internacional de Pesquisa e Treinamento para o Avanço das Mulheres (INSTRAW).
Essa deliberação atende a proposta do UNIFEM, amplamente discutida e apoiada por diversos governos e redes mundiais de organizações de mulheres, de garantir expressiva presença nos países, mais recursos para as políticas para as mulheres, melhoria no assessoramento aos países e governos e mais integração das agências das Nações Unidas na agenda de equidade de gênero. Leia mais
Ouça aqui entrevista de Inés Alberdi, diretora-executiva do UNIFEM, para a Rádio ONU – conteúdo em Espanhol
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Campanha no YouTube: mais participação social
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Liderada pelo ator Geoge Clooney, a campanha “Seja um Embaixador-Cidadão das Nações Unidas: Fale para os Líderes do Mundo através do YouTube” oferece uma oportunidade única para que cidadãs e cidadãos do mundo, especialmente a juventude, incidam na 64ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Os vídeos devem ser enviados até o dia 10 de outubro no canal da ONU no YouTube. Saiba mais |
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UNIFEM destaca papel da imprensa e dos jornalistas para a desconstrução do racismo
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“Não podemos perder a oportunidade de estarmos juntos e fazermos parte da rodada de censos 2010 e a importância dos dados desagregados por raça e etnia”, conclamou Maria Inês Barbosa, coordenadora do programa de Gênero, Raça e Etnia do UNIFEM Brasil e Cone Sul, na abertura de sua palestra no seminário O Negro na Mídia – A Invisibilidade da Cor, realizado no dia 17 de setembro, em Porto Alegre. A convocação faz parte da articulação dos afrodescendentes para a rodada dos censos de 2010, quando serão coletados dados por raça e etnia na maioria dos países das Américas. No Brasil, a informação que antes era obtida somente por meio de amostragem (parte dos entrevistados dos censos respondiam o pertencimento racial e étnico), pela primeira vez entrará no questionário base.
Na pesquisa por amostragem, 49,8% dos brasileiros já se autodeclararam pretos ou pardos, cujo somatório representa o contingente negro. Para o censo de 2010, a mudança pode incidir nos dados obtidos até o ano 2000 – quando já se anunciava que a população negra seria mais de 50% da população do país. Nesse contexto, é necessário mais uma vez reiterar a identidade negra no Brasil.

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“Temos de saber o que vamos fazer quando formos maioria da população. Precisamos avançar em direitos, políticas públicas e no equilíbrio das relações de poder. Nosso desafio agora é informar a população, circular essa informação, fazer campanhas, motivar a autodeclaração preta ou parda”, frisou Maria Inês Barbosa ao estimular a participação de diferentes setores para a divulgação da inclusão da variável de raça e etnia no questionário base do censo de 2010. Leia mais |
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Prêmio para jovens: concurso destina R$ 160 mil para melhores escolas, redações e artigos sobre igualdade de gênero
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Continuam abertas as inscrições para o 5º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, concurso nacional de redações e artigos científicos sobre relações de gênero, mulheres e feminismos. A premiação revela o pensamento de adolescentes, jovens e adultos sobre os grandes temas sociais do Brasil e os novos talentos do ensino médio e universidades.
Os textos devem ser enviados até 20 de novembro, conforme regulamento do concurso disponível no site www.igualdadedegenero.cnpq.br O concurso é organizado pela SPM (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres), Ministério da Ciência e Tecnologia , CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Ministério da Educação e UNIFEM Brasil e Cone Sul.

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A grande novidade desta edição é a diversificação das modalidades de participação universitária e a criação da categoria “Escola Promotora da Igualdade de Gênero”. Escolas públicas e privadas poderão concorrer com projetos e ações pedagógicas inovadoras na área de gênero, raça, etnia, sexualidade, geração e classe social.
A nova categoria “Escola Promotora da Igualdade de Gênero” valoriza o trabalho da comunidade escolar no debate sobre a realidade social brasileira e as boas práticas na promoção da igualdade de gênero. Para essa categoria, é aportado o valor total de R$ 50 mil. O concurso vai premiar uma escola por região.
Saiba mais
Clique aqui e faça parte da comunidade do prêmio no Orkut
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Site da campanha "Mais Mulheres no Poder: Eu Assumo este Compromisso!" é ampliado e traz pesquisa sobre mulheres no Executivo Estadual
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O site www.maismulheresnopoderbrasil.com.br começa uma nova fase e incorpora novas áreas de informação: Executivo, Legislativo, Judiciário, Empresa e Sociedade, consolidando as propostas do capítulo V do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, que visa a ampliação da participação feminina nos espaços de poder e decisão.
A pesquisa da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e do site www.maismulheresnopoderbrasil.com.br revela a continuidade da sub-representação feminina no primeiro escalão dos Governos Estaduais e do Distrito Federal, assim como já revelado nas capitais. São 528 secretarias, 87 mulheres (16,48%) e 441 homens (83,52%).

O estudo também revela que a maioria das secretárias ocupa pastas ligadas a Políticas Sociais, 73,56%, demonstrando uma clara tendência de delegar às mulheres pastas relacionadas ao cuidado e à extensão do doméstico. As informações foram apuradas entre os dias 4 de maio e 4 de julho, junto aos 26 Estados Brasileiros e ao Distrito Federal. A região Norte tem o maior percentual de secretárias, 21,32%, e Mato Grosso do Sul é o estado que mais próximo chega à paridade entre mulheres e homens no primeiro escalão estadual, com 45,45%. Leia mais
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